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Subsídio de Refeição

29 de Abril de 2008 às 23:22 por Maria Proiete

O subsídio de refeição, também vulgarmente conhecido como subsídio de alimentação, não tem natureza retributiva, e destina-se a compensar os trabalhadores das despesas com a refeição principal do dia em que prestam serviço efectivo durante, pelo menos, 5 horas.  

Como é um subsídio pago pelo trabalho efectivo, não é pago quando um fucionário tira férias, ou está de baixa, nem nos dias de descanso (deve-se precessar pelos dias úteis do mês). O subsídio de refeição não é considerado para o cálculo dos subsídios de férias e de Natal. Existem opiniões que defendem que. no caso das faltas justificadas que contam com se fossem trabalho efectivo, o subsidio de refeição deve ser pago na integra.

Para contratos de trabalho de 40 horas semanais é obrigatório o pagamento de subsídio de refeição. No caso de contratos de trabalho com um horário inferior (regime de tempo parcial) deverá receber o subsídio de refeição proporcionalmente. Esta regra da proporcionalidade só deverá ser aplicada no caso de as horas trabalhadas serem inferiores a 5 horas.

O valor do subsídio de refeição deve ser igual para todos os trabalhadores da empresa, desde que exerçam funções a tempo completo.

Para o ano de 2009 os valores são:

ü       Valor mínimo diário de subsídio de refeição (base):           € 4,27

ü       Valor máximo com isenção de IRS (limite isenção):           € 6,41

ü       Atribuído através de vales de refeição:                             € 7,26

Nota: Ver sempre os valores de referência do Contrato Colectivo de Trabalho para o Sector de Actividade da Empresa, no caso de existir um CCT.

Uma empresa poderá pagar aos seus funcionários um valor superior ao valor máximo isento, mas terá que fazer os respectivos descontos para a segurança social e IRS. Por exemplo, uma empresa paga 7,50 €/dia de subsídio de refeição, então terá que efectuar descontos de 1,09 € (valor obtido pela diferença entre 7,50 € – 6,41 €).

Existem tambem empresas que pagam sempre 22 dias úteis, independentemente dos feriados que  o mês tem, e que também pagam o subsídio no mês de férias e outras que não descontam o subsídio de refeição quando os empregados faltam. Como favorece os funcionários não existe problema ao nível da legislação laboral. Para as que pagam um valor diario de € 6,41, pode-se é questionar ao nível fiscal se não serão obrigadas a efectuar os descontos, uma vez que estão a pagar mais que o limite legal de isenção.

Caso o empregador forneça integralmente as refeições (por exemplo no caso de possuir uma cantina), o trabalhador não tem direito ao subsídio de refeição.


60 comentários para Subsídio de Refeição

  1. operalimp escreveu:

    Os meus cumprimentos.
    Li aqui o seguinte:

    «..Caso o empregador forneça integralmente as refeições (por exemplo no caso de possuir uma cantina), o trabalhador não tem direito ao subsídio de refeição..»

    Fiquei com uma dúvida.
    Eu trabalho por turnos, tenho uma pausa de 30 minutos para lanchar sensivelmente a meio desse turno e a empresa só fornece a refeição na cantina após o fim do meu periodo normal de trabalho.
    Por exemplo: Trabalho das 13 h as 21h e só posso comer na cantina após a minha saida de serviço e só depois de tirar a minha farda.
    Isso é legal?
    Não é obrigatório para a empresa fornecer a refeição na cantina nos 30 minutos que estão estipulados para a minha refeição dentro do meu horário normal de trabalho?

    Obrigado.

  2. Rui Pereira escreveu:

    li com atenção e a minha opinião é muito boa em relação a rubrica. meus parabens.

    agora o meu caso é bem diferente, sou delegado comercial na qual trabalho muito distante de casa e do proprio emprego. ja recebo o subsidio de alimentação na folha de 6 euros como os outros trabalhadores. agora a minha questão é a seguinte? será que não tenho direito a que as refeições dos restaurantes sejam pagas pela empresa?

    muito obrigado

  3. José Couto escreveu:

    Bom dia,

    Quando se refere aos valores:

    "Para o ano de 2008 os valores são:
    - Valor mínimo diário de subsídio de refeição (base): € 4,11
    - Valor máximo com isenção de IRS (limite isenção): € 6,17
    - Atribuído através de vales de refeição: € 6,99"

    e como já pesquisei sobre o assunto, onde em todos os outros dizem não existir valor mínimo para o valor diário do subsidio de refeição, agradecia, se possivél, que me esckarecesse uma dúvida:

    A minha esposa trabalha num empresa de acabamentos texteis de pequeno porte. No seu contracto de trabalho consta apenas o ordenado base, que neste caso é o oredenado mínimo, 426€, não referindo qualquer valor ou mesmo comentário sobre o mesmo.
    O que acontece é o seguinte, ela está a receber o valor de 2,93€ diários de sub. de refeição. Não sei como se chega a esse valor, mas não é essa a minha questão principal. Apesar de pagar só esse valor, no passado mês de Outubro o mesmo foi calculado com base em 21 dias úteis, quando na realidade o mês tem 23 dias úteis. Pode a empresa praticar estes cálculos?

    Agradeço a sua atenção e caso possivel a sua resposta.

    Cordialmente,

    José Couto

  4. Vera Costa escreveu:

    Boa noite. estive a ler o seu comentário e gostaria que me esclarecesse uma dúvida acerca de como se paga o subsídio de alimentação.
    Estive a trabalhar numa empresa que supostamente me pagava os 6,17€ de subsídio de alimentação diário por 22 dias úteis de trabalho. Qual não é o meu espanto quando no fim do contrato, me fizeram as contas tendo em conta que o subsídio se divide pelos 30 dias do mês dando um valor diário menor. Legalmente sei que as contas se fazem dividindo por 22 mas não consigo encontrar nenhuma lei que o refira. Gostaria que me indicasse, se possivel, onde posso confirmar isso.

    Obrigada!!

  5. rosa aires escreveu:

    queria saber se o pagamento do subsídio de alimentação é obrigatorio no contrato de trabalho e como calcular o seu valor para o smn de 450,00 €

  6. Cláudia Fonseca escreveu:

    Gostava de saber se me pode informar onde é que na lei está a obrigatoriedade de pagamento de subsídio de refeição.
    Cumprimentos,

  7. fátima escreveu:

    Gostava de tirar uma dúvida: trabalho 40h/semanais, e, de momento encontro-me a trabalhar em casa, mas a qualquer momento, e, segundo o que consta no contrato, posso mudar a qualquer momento, mas não recebo o subs. de refeição. É legal não auferir o sub. de refeição? obrigado,
    MCumprimentos,
    fg

  8. tania escreveu:

    boas , no meu trabalho ate agora teem dado refeição pois teem cantina , logicamente nao me pagam subs de alimentação , mas de momeno querem k nos temporarios paguemos a refeição do nosso bolso , e sem ser reembolsado , isso assim é legal visto k no nosso contrato diz explicitamente k dao refeição?

    obrigado

  9. Gil Von Doellinger escreveu:

    Boa tarde,

    Gostaria, se possivel, se o subsídio de refeição em portugal é obrigatório, aonde está na lei esta obrigatoriedade e como se calcula o valor.

    Obrigado.

  10. Gil Von Doellinger escreveu:

    Devo esclarecer que a minha pergunta anterior não se refere a funcionários públicos.

    Obrigado novamente.

  11. Sandra Brás escreveu:

    Estou numa empresa de Transporte de resíduos e pagam sub refeição de 2.70€.

    O que me disseram quando cá cheguei foi que como não existia qualquer CCT, a empresa poderia até nem pagar subsídeo de alimentação.

    Cmp.

    Sandra

  12. António Leal escreveu:

    Boa Tarde
    Trabalho numa Cooperativa Agrícola, e recebo de subsidio de refeição 77€- valor fixo , valor k vem ja desde 2007, e nem este ano aumentou, e pelo k me apercebi existem colegas k recebem o correcto 4.27€*22dias. Gostaria de saber se o valor que recebo é permitido, e se nao for se a cooperativa tem que me pagar os rectroactivos. agradeço resposta.. obrigada

  13. Fabio escreveu:

    Gostava de saber se me pode informar se é obrigatorio o pagamento de subsídio de refeição não trabalhando na Função Publica.

    Cumprimentos,
    Fábio

  14. Silvia escreveu:

    Bom dia,
    Tenho lido em alguns blogs que o código de trabalho não prevê a obrigatoriedade de pagamento de subsídio de refeição (mesmo quando se fazem 40 horas semanais). Existe mesmo uma lei que obriga o empregado a pagar subsídio de refeição aos empregados quando não possui cantina? Agradecia que me indicasse qual essa lei…
    Obg
    Silvia

  15. Germain escreveu:

    Boa tarde,

    Tenho conhecimento de uma empresa que tem refeitório, portanto a empresa não paga o subsidio de refeição mas para puder comer uma refeição no mesmo é preciso pagar um valor de 25€ mensais.
    Queria saber se esta situação é legal. Pois além de não pagar subsidio, obriga os funcionários a pagar do seu bolso.
    Obrigado.

  16. Sílvia escreveu:

    Bom dia, trabalho numa empresa do sector metalurgico q tem contrato colectivo de trabalho (aimmap, salvo erro). Recebo 1 subsídio de alimentação de 3,60, mas, há pessoas a receber 5,80…inclusivamente a pessoa que vim substituir também recebia esse valor mais alto (o seu ordenado era também bem superior ao meu, neste momento recebo 700€ e essa pessoa recebia há 5 anos atrás 1100€, e as funções são as mesmas). As perguntas que coloco são as seguintes: é possível haver numa mesma empresa, com contrato colectivo de trabalho, diferentes valores de subsídio de alimentação? Além disso, é possível pessoas com a mesma função terem uma diferença de ordenado tão grande?
    Como deve entender sinto-me injustiçada…

    Obrigada pela atenção

  17. João escreveu:

    Boa noite
    Trabalho há 17 anos numa empresa q apesar de ter cantina, sempre recebi, eu e os meus colegas, o subsidio de alimentação.
    Se quisesse almoçar, pagava a dita refeição, mas a verdade é q praticamente nunca lá almocei.
    De um momento para o outro, a empresa quer-nos retirar o dito subsídio, dizendo q como a empresa tem cantina, que nos passam a fornecer uma refeição diária.
    Será q a empresa pode fazer isto depois de 17 anos a receber o subsídio de alimentação, já sendo este uma retribuição regular?

    joão

  18. João escreveu:

    Esqueci-me de marcar a caixa:

    Me avise quando alguem comentar este post.

    Gostava de uma resposta a essa pergunta q lancei.

    Obrigado e desculpem

  19. Daniela Ramos escreveu:

    Boa tarde! Estive a pesquisar e li tudo em relação aos valores referentes ao subsídio de alimentação, fiquei indignada quando o meu futuro patrão disse que ia receber 2.60 de subsídio (diário) , perguntei aos meus colegas de trabalho e confirmaram que é esse mesmo o valor que recebiam.
    Sou licenciada!
    Será que estão a agir conforme legalidade?

    Gostaria de obter uma resposta!

  20. Salvador de Sousa escreveu:

    Doença prolongada, que conta como serviço efectivo, há direito a subsídio?

  21. Sofia Martins escreveu:

    Boa tarde
    Quando ha uma cantina e se paga a refeição não é obrigatorio dar subsidio de alimentação.
    E podem dar a uns funcionadios e a outros não?

  22. LMorais escreveu:

    Boas,

    Eu tenho um contrato, em que a retribuição inclui o pagamento de ajudas de custos (acordado para facilitar a empresa para não pagar tantos descontos) e actualmente a empresa não considera o subsídio de refeição.

    Eu tenho o direito de pedir/exigir o subsídio de refeição?

    Obg.

  23. susana escreveu:

    acabou o meu contrato. e mandaram-me embora
    mas só me estavam a pagar 2€ de subsídio de alimentação o que devo fazer

  24. Maria Silva escreveu:

    Boa tarde. Sou administrativa num gabinete de solicitadoria desde Março 2009 e, foi-me dito que, à minha categoria correspondia o valor de 2 € e tal de Sub Alimentação aliás, o que recebo mensalmente são 54.00 €. Podem elucidar-me quanto à vericidade do valor? Será que não são 4.27 €? (ou outro tabelado). Aguardo resposta. Maria

  25. Artur Pinho escreveu:

    Venho por este meio a solicitar um esclarecimento sobre o subsídio de alimentação pois tenho vindo a notar que tenho meses como por exemplo Maio, e Junho fui me pago 19 dias a 6.41 Euros por dia e este mês de Julho recebi 22 dias a 2 euros por dia.

    Agradecia que me informasse na realidade se a diferenças no pagamento do subsídio de alimentação como tenho vindo a notar de 6.41 euros a 19 dia para 2 euros a 22 dias.

    Queria deixar um apelo a pessoa que tome conta deste correio electrónico, caso este correio electrónico não seja bem direccionado para este assunto que me o dirigisse ao próprio ministério a fins de ser esclarecido.

  26. susana escreveu:

    Boas!
    Sou funcionároa de uma empresa em que a função que represento é de escriturária de 3ª, e recebo 50€ dizem que é valor fixo ou seja 2,72 por 22dias trabalhados, de subsídio de alimentação está correcto o valor que me estão a pagar ?

  27. Hugo escreveu:

    Quero saber também se o subsidio de alimentação é obrigatório mesmo que não venha mencionado no contrato?

  28. Cátia Pereira escreveu:

    Boa tarde!
    O meu pai é funcionário, há mais de 10 anos, de uma conceituada empresa do ramo automóvel. A sua categoria é lavador-auto e desde há uns anos para cá (talvez dois ou três) que vem recebendo apenas um euro de subsídio de refeição. Isso é legal? Serão os patrões, em caso de ilegalidade, obrigados a devolver-lhe o dinheiro que lhe tiraram?

    Obrigada pela atenção dispensada,
    Cátia

  29. ST escreveu:

    o meu primo trabalha entrega pizzas numa famosas cadeia de fast-food e não recebe subsídio de alimentação. No entanto de acordo com as horas trabalhadas tem direito a comer no local. Mas não tem direito de escolha, visto ser imposto pela chefia, resumindo come sempre a mesma coisa: pizza. Será legal? Não existe escolha por parte dos funcionários sem falar do facto da alimentação não ser saudável.
    Como posso ter esta informação.

    Obrigado

    ST

  30. carina oliveira escreveu:

    Boa noite,
    comecei agora a trabalhar num estabelecimento comercial em que me pagam o ordenado mínimo nacional, gostaria de saber se tenho direito por lei a subsidio de alimentação, visto que o meu patrão me diz que não por morar perto de casa e almoçar na mesma. muito obrigado.

  31. Luis Brandão escreveu:

    Boa noite!
    No iniçio do mês fiz um contrato a termo por 10 meses na função de motorista.
    salário de 700€ retirando 11% mais 4% para irs.
    No total da 595€ feitos os descontos.
    No contrato não fala de subsidio de refeição tenho direito a ele.
    Aos 595€ terão de me pagar o subsidio de alimentação.

    Obrigado

  32. helder escreveu:

    se eu der refeicoes ao meus empregados em vez de subsidio de alimentacao,posso contar isso como uma parte do ordenado,mesmo sabendo que tenho que dar o ordenado minimo imposto pela lei?

  33. Maria Proiete escreveu:

    A resposta a muitas destas questões, é respondida no seguinte artigo onde explico a obrigatoriedade ou não do Subsídio de Refeição:
    http://www.mariaproiete.com/blogs/financas/post/Subsidio-de-Refeicao-e28093Obrigatorio-ou-nao.aspx

  34. Miguel escreveu:

    «..Caso o empregador forneça integralmente as refeições (por exemplo no caso de possuir uma cantina), o trabalhador não tem direito ao subsídio de refeição..»

    E quando recebemos os subsidios de natal e férias… temos direito a esse subsidio de alimentacao?

  35. Ana Martins escreveu:

    Bom dia,

    Estive a ler o seu comentário e gostaria de saber como se fazem os cálculos para uma pessoa que trabalha menos de 5 horas por dia. Estou a trabalhar numa escola nas Actividades de Enriquecimento Curricular e ainda não compreendi como me fazem os cálculos. Trabalho de Terça a Sexta duas horas por dia, excepto à Sexta que faço apenas uma hora, o que perfaz um total de 7 horas semanais.
    Grata pela atenção.

  36. Fernando escreveu:

    Boas gostava de saber se no ramo de cabeleireiro se temos direito ao subsidio de alimentação se sim qual é o decreto lei.
    Obrigado

  37. Ricardo escreveu:

    Boa noite,

    A minha namorada trabalha num infantário, e não recebe subsidio, porque lá oferecem o almoço.

    Acontece que o almoço, é o mesmo que é feito para as crianças.

    Posto isto, na maioria dos dias, o almoço não é do agrado dela, nem da maioria das funcionárias, pelo que não almoçam lá.

    Nesta situação a entidade patronal, não seria obrigada a facultar mais menus para o almoço ou visto elas nao almoçarem lá, efectuar o pagamento de um subsidio?

    Fico aguardar por uma resposta.

    Obrigado

  38. sonia escreveu:

    trablalho numa confeccao texteis e trabalho oito horas diarias mas quando falto meia hora k seja eles descontao o subsidio de alimentacao, mesmo que seja no fim do trabalho….podem fazer isso?
    trabalei toda a manha e sai meia hora mais cedo no fim do dia….

  39. Jaineide Almeida dos Santos escreveu:

    Só uma dúvida: o artigo 458 da CLT não estabelece que o salário ja compreende o direito a alimentação, vestuário e habitação e portanto não há lei que estabeleça que o empregador deva fornecer refeição ou vales refeição aos empregados?
    Existe alguma outra lei que obrigue o empregador a fornecer refeição?
    Obrigada.

  40. Joaquim Dias escreveu:

    Bom dia,trabalho numa empresa á 13 anos,e agora denunciei ao contrato laboral.A EMPRESA disse-me que eu tinha que dar 60 dias,com a desculpa de ter que dar formação a outra pessoa para o meu lugar. Tendo eu ainda 22 dias de ferias para gozar,a empresa não quer que eu as goze,quer que eu trabalhe e dizem que me pagam os dias de ferias trabalhadas. A pergunta é a empresa pode obrigar a eu trabalhar as ferias,se pode? qual a remuneração das ferias trabalhadas,normal a dobrar ou outras.E quais sãos meus direitos por dar os 60 dias a empresa

  41. Raquel escreveu:

    Boa Noite, eu trabalho a tempo parcial (4h/dia) e já é o 2º mes que não recebo Subsidio de refeição, no 1º mes disseram-me que não tinha direito por ser o 1º mes, e agora no segundo ainda recebi menos ordenado que no 1º.
    A duvida é: tenho ou não direito por trabalhar 4h, se tenho, qual a base legal por detras?

  42. francisco maia escreveu:

    BOA NOITE:

    GOSTAVA DE SABER SE É LEGAL O SEGUINTE;
    NA FABRICA ONDE TRABALHO EXISTE UMA CANTINA NA QUAL PAGAMOS 1.85€ POR REFEIÇAO E NAO RECEBO NADA DE SUBSIDIO DE REFEIÇAO SERÁ LEGAL?!

    TAMBEM GOSTARIA DE SABER SE A CANTINA ENCERRAR( VAI ENCERRAR,É CERTO)SE TENHO DIREITO AO SUBSIDIO DE REFEIÇAO E SE SIM QUANTO SERÁ.

    DESDE JÁ O MEU MUITO OBRIGADO

  43. Nuno escreveu:

    Boa noite

    Trabalho em uma firma vai fazer 9 anos, apenas no primeiro ano recebi um valor de 5 euros de subsidio de alimentação.
    Depois do 1 ano nunca mais me foi dado qualquer valor de subsidio.

    A minha pergunta é a seguinte:

    Se um dia eu me vier embora da empresa poderei reclamar o pagamento em falta do subsidio de todos estes anos? E ate que ponto é legal o não pagamento do mesmo.

    Cumprimentos

  44. anabela escreveu:

    Bom dia
    Sou veterinária a tempo inteiro, e não recebo subsidio de refeição, será que me podem informar qual a legislação que diz se tenho ou não direito a subsidio de refeição, porque a contabelista não sabe onde isso estáescrito. obrigado

  45. Helder escreveu:

    Boa tarde,
    Gostaria de saber se o meu patrão é obrigado a pagar o almoço se eu for trabalhar com uma distância de 30km de casa? Ele paga-me o subsidio de alimentação no final do mês.

  46. sandra escreveu:

    Boa noite
    Gostava de saber se o subsidio de alimentaçao é obrigatorio mesmo o trabalho seja temporario o trabalho e das nove as seis

  47. Gabriel escreveu:

    Eu trabalho 8 horas por dia, e recebo ticket referente aos dias trabalhados, neste mes, eu recebi o vale refeição inferior ao mes passado, porém eu não faltei, eu só cheguei atrasado, isto está certo?

    • Maria Proiete escreveu:

      Dependendo do tempo de atraso, sim é possível que lhe descontem o sub.refeição. Tudo depende da politica de processamento de salários da sua empresa. Fale com os Recursos Humanos da sua empresa que certamente lhe elucidarão, porque lhe descontaram, e se tiver sido um engano certamente que lhe devolverão o valor no mês seguinte.

  48. Maria Loureiro escreveu:

    Encontrei este site quando procurava literatura sobre diversos pontos, nomeadamente Isenção de Horário, férias etc, e fiquei deveras satisfeita com o que tenho lido.
    Agora chegou a hora de colocar a questão e ficar a saber o que fazer.
    Trabalho numa empresa (escritório), quase que “familiar” e não tenho contrato escrito, e não me disseram que horário ia ter, etc. Portanto acordou-se apenas o vencimento e o que ia ter de sub. refeição.Então no dia em que comecei fiquei a saber que a saída era e é ás 18:30. Ou seja fazemos mais 30 minutos, que ao fim do mês representa salvo erro 11 horas e trinta minutos. Dizem os colegas que a saída a essa hora é para compensar o intervalo do café da manhã ou o da tarde.
    Ora eu não faço esse intervalo, além de que esses intervalos (penso eu)estão previstos na lei e na hora do ” patrão”. Portanto acho que devíamos sair às 18:00 e não às 18:30. Até porque depois existe o seguinte,quando se falta, mesmo que seja por se ter ido ao médico esse dia é-nos descontado. Ou seja não temos contrapartida nenhuma.

    Que se poderá fazer quanto a isto?

    Pode-se reclamar, poderei (falo por mim) começar a sair às 18:00 sem que seja prejudicada? E se saio e me dizem alguma coisa?
    Onde me posso agarrar??

    Estas são as questões que tenho e que gostava de ver ilucidadas se possível.

    Obrigada.

    Tudo de bom para si e para o seu trabalho.

    Cumprimentos
    Maria

    • Maria Proiete escreveu:

      Legalmente o máximo de horas semanais de trabalho são 40 horas, e sim tem incluido um pequeno intervalo de manhã e à tarde… mas na realidade, hoje em dia as pessoas trabalham muito mais do que isso e sem receberem qualquer hora extraordinária. E o pior é que com o desemprego actual provavelmente o seu patrão tem uma fila de pessoas à espera disposta a trabalhar nessas condições, ou a sair só às 19h, se for preciso (não estou a dizer que concordo – apenas estou a expor uma facto, que hoje em dia a oferta de pessoas para trabalharem é maior que a procura).

      Se pode passar a sair às 18:00?
      Legalmente pode sair e esse não será motivo que poderão fundamentar para a despedirem, pois está a cumprir o horário… o pior é que provavelmente começarão a implicar para arranjarem outros motivos para a mandarem embora (o chamado “assédio moral”, que apesar de ser punido por lei é muito dificil de provar e muito utilizado pelos empregadores, e mesmo quando os empregados ganham passam-se meses e anos nisso e normalmente “ganham” uma depressão nervosa). Se quiser “comprar essa briga”, a lei está do seu lado, mas o meu conselho é que tente explicar primeiro, a bem, a sua necessidade de sair às 18:00 em ponto e tente a chegar a um bom acordo para si.

      Mas antes de tudo, assine primeiro um contrato de trabalho onde o seu horário esteja estipulado.

  49. Elisabete escreveu:

    boa tarde gostaria que me esclarecesse se possível o seguinte, tenho um contrato de um ano que vai ser renovado, mas durante este ano de trabalho o meu ordenado foi sempre 422.75 euros eu trabalho oito horas por dia, 40 horas semanais e todos me dizem que deveria receber subsidio de alimentação uma vez que não existe cantina. Além disso gozo as férias mas não me são pagas. todos os meus recibos de vencimento sao iguais mesmo quando gozo as férias nao aparece os dias de ferias e recebo sempre o mesmo, so aparece os 11% de desconto mais nada. obrigado pela atenção.

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